Entenda a importância das redes sociais na eleição de 2014

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A campanha eleitoral já começou e é preciso compreender as mudanças proporcionadas pelas tecnologias, bem como a importância das redes sociais e os seus impactos nesse processo. Com tamanha facilidade de comunicação entre os internautas – que também são eleitores – como fica a campanha eleitoral? Quais impactos podem ser previstos para os candidatos? Quais as facilidades para eles e para os eleitores? Quais os desafios? Confira a seguir!

Transparência

Com eleitores mais informados, conectados a uma rede de milhões de pessoas, que compartilham conhecimentos e experiências, é preciso esquecer os velhos tempos de memória curta da população e apostar na transparência. O candidato que não tenha a ficha limpa será facilmente identificado, classificado e rotulado. Os erros do passado virão à tona e será a hora de desculpar-se pelos erros e tentar reconstruir a imagem, mesmo que seja um processo lento e difícil.

O diálogo está aberto

Até a última eleição, víamos candidatos falando para uma câmera, sem muita interação com o eleitor. Esse cenário muda completamente com as redes sociais, pois elas permitem comunicação em tempo real, ou seja, cobranças, pressão e mais pressão. O candidato que não estiver preparado para dialogar nas redes sociais terá sérios problemas de aceitação com uma comunidade que cresce diariamente, somando mais de 100 milhões de usuários no Brasil só entre Facebook e Twitter.

Informar, mais do que se autopromover

A tendência das redes sociais é, sem dúvida, trazer conteúdo de interesse público, pelo qual as pessoas possam tomar conhecimento do que vem sendo discutido e pensado para o futuro do país como um todo. O candidato que não for por essa vertente e passar a se autopromover em demasia pode vir a ser criticado pela falta de conteúdo e estratégia. As pessoas não querem mais saber quantas cestas básicas determinado candidato doou, mas sim quais projetos ele já implementou e quais pretende implementar nos próximos anos de mandato. A relevância dessas propostas é que vai ditar o ritmo da conversa nas redes sociais.

Mais participação dos eleitores apartidários

Vemos em nossa história a militância de eleitores que tomam o partido de determinada legenda ou candidato, mas esse contexto muda consideravelmente com as redes sociais, pois os apartidários passam também a ter voz. Quem antes não ia a uma convenção política, a um comício ou eventos afins, agora pode dar visibilidade as suas preocupações sem sair de casa, questionando os candidatos quando lhe convém e cobrando respostas coerentes. Afinal, no meio da multidão fica difícil manter essa conversa, mas nas redes sociais tudo fica registrado e requer uma ação imediata.

Com uma abertura mais democrática para a discussão, o panorama das eleições tende a se tornar mais próximo dos eleitores, contando com a participação da população na construção de um processo mais claro e transparente. Os candidatos que não tiverem esse feeling para se manterem na disputa eleitoral sem dúvida terão grandes problemas de imagem e reputação, o que pode impactar o resultado das urnas, não só agora, mas nos próximos anos, pois a tendência é que as pessoas estejam cada vez mais atentas e contestadoras em relação ao futuro do país.

E você, utiliza as redes sociais para fazer a sua campanha? Como tem sido a sua experiência? Compartilhe conosco através dos comentários!

 

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